
Quantas vezes devemos perdoar? Uma, duas, três, quatro ou cinco vezes? Quando o apóstolo Pedro pergunta isso a Jesus, Ele responde de forma enfática que até setenta vezes sete. Assim, ele nos ensina que a necessidade do perdão é infinita e que não existe uma quantidade para fazermos este ato. Só a nossa limitação e a falta de paciência é que vão limitar a quantidade de perdão que iremos distribuir. Podemos salientar que a quantidade não é tão importante, pois não iremos contar, o mais importante é a qualidade do perdão. Não adianta perdoar sem esquecimento do fato gerador, ou perdoar com sentimentos negativos ou desejando o mal para a pessoa "perdoada". O verdadeiro perdão requer o esquecimento emocional do fato, sem gerar sentimentos de mágoa, ressentimento ou ódio.
“Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia”
Mateus 5:7
Misericórdia é o ato de expressar amor e perdão de maneira sincera e isso trará uma grande e verdadeira recompensa para quem praticar este quinto princípio do discurso da montanha.
“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave”
Efésios 5:1-2
Assim como os filhos imitam os pais, devemos seguir o exemplo de Deus, que deixou sua glória e veio habitar entre nós em Jesus Cristo. O grande amor de Deus para que nós pudéssemos conquistar o perdão divino foi materializado no sacrifício de seu único filho, para que hoje possamos viver reconciliados com o Pai.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”
João 3:16-17
Essa é a essência do perdão: entregar, dar com bondade e sinceridade de coração para alcançar algo que realmente é muito importante. A felicidade de sermos misericordiosos fala de como podemos ser bem sucedidos no relacionamento com nosso próximo.
Misericordioso é alguém que evidencia o amor e perdoa com sinceridade aos que o ofendem; assim, misericórdia é o princípio do amor e do perdão.
A falta de perdão para com aqueles que nos ofendem é um pecado gravíssimo, capaz de esconder o rosto de Deus, que nos deu seu filho, Jesus Cristo, para que em sua morte levasse sobre si todos os nossos pecados; e em sua ressurreição nos desse uma vida nova, cheia de esperança e abundante em graça (João 10;10).
Deus nos perdoou em Jesus Cristo e assinou uma nova aliança conosco, já que a antiga foi quebrada no Jardim do Éden quando Adão e Eva aceitaram o tentação de Satanás e deixaram o convívio de Deus, trazendo para o mundo toda sorte de maldade, dor, fracassos e tristeza (Gênesis 1:26-28; 2:15-17; 3:1-5 e 3:14-19). Quando não exercemos os princípios de perdoar e pedir perdão, fica evidente que ainda não experimentamos o novo nascimento em Cristo Jesus e continuamos nos alimentando de mágoas e ressentimentos, levando dentro de nós o coração de pedra e o egoísmo do velho homem.
Perdão não é um ato simplesmente humano, mas divino, que vem de Deus, por isso só os nascidos em Cristo tem esta capacidade de perdoar e pedir perdão uma, duas, três, quatro, cinco ou em setenta vezes sete oportunidades.
“Então Pedro, aproximando-se dele disse: Senhor, até quantas vezes pecará o meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete
Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas até setenta vezes sete”
Mateus 18:21-22
A resposta clara de Jesus mostra que não devemos nem nos lembrar de quantas vezes perdoamos alguém. Devemos perdoar aqueles que realmente se arrependem, a despeito de quantas vezes nos tenham pedido perdão. Jesus não apenas ensinou freqüentemente a respeito do perdão, como também sempre se mostrou disposto a perdoar (Mateus 9:2-8; Lucas 7:44-50; 23:34; 23:39-43; João 8:3-11; 18:15-18;25-27 e 21:15-19).
Tomando assim este passo do perdão, sempre que necessário ao sermos ofendidos ou ofendermos alguém, pedindo perdão a Deus e a quem ofendemos, ficamos livres da mágoa, ressentimento e amargura; e o amor de Deus reinará, fluindo em nossas vidas como um verdadeiros rios de águas vivas de maneira maravilhosa nos levando a dizer:
“Bem-aventurados os que trilham os caminhos retos e andam na lei do Senhor.
Bem-aventurados os que guardam o seu testemunho e o buscam de todo o coração.”
Salmo 119:1-2
“Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia”
Mateus 5:7
Misericórdia é o ato de expressar amor e perdão de maneira sincera e isso trará uma grande e verdadeira recompensa para quem praticar este quinto princípio do discurso da montanha.
“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave”
Efésios 5:1-2
Assim como os filhos imitam os pais, devemos seguir o exemplo de Deus, que deixou sua glória e veio habitar entre nós em Jesus Cristo. O grande amor de Deus para que nós pudéssemos conquistar o perdão divino foi materializado no sacrifício de seu único filho, para que hoje possamos viver reconciliados com o Pai.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”
João 3:16-17
Essa é a essência do perdão: entregar, dar com bondade e sinceridade de coração para alcançar algo que realmente é muito importante. A felicidade de sermos misericordiosos fala de como podemos ser bem sucedidos no relacionamento com nosso próximo.
Misericordioso é alguém que evidencia o amor e perdoa com sinceridade aos que o ofendem; assim, misericórdia é o princípio do amor e do perdão.
A falta de perdão para com aqueles que nos ofendem é um pecado gravíssimo, capaz de esconder o rosto de Deus, que nos deu seu filho, Jesus Cristo, para que em sua morte levasse sobre si todos os nossos pecados; e em sua ressurreição nos desse uma vida nova, cheia de esperança e abundante em graça (João 10;10).
Deus nos perdoou em Jesus Cristo e assinou uma nova aliança conosco, já que a antiga foi quebrada no Jardim do Éden quando Adão e Eva aceitaram o tentação de Satanás e deixaram o convívio de Deus, trazendo para o mundo toda sorte de maldade, dor, fracassos e tristeza (Gênesis 1:26-28; 2:15-17; 3:1-5 e 3:14-19). Quando não exercemos os princípios de perdoar e pedir perdão, fica evidente que ainda não experimentamos o novo nascimento em Cristo Jesus e continuamos nos alimentando de mágoas e ressentimentos, levando dentro de nós o coração de pedra e o egoísmo do velho homem.
Perdão não é um ato simplesmente humano, mas divino, que vem de Deus, por isso só os nascidos em Cristo tem esta capacidade de perdoar e pedir perdão uma, duas, três, quatro, cinco ou em setenta vezes sete oportunidades.
“Então Pedro, aproximando-se dele disse: Senhor, até quantas vezes pecará o meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete
Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas até setenta vezes sete”
Mateus 18:21-22
A resposta clara de Jesus mostra que não devemos nem nos lembrar de quantas vezes perdoamos alguém. Devemos perdoar aqueles que realmente se arrependem, a despeito de quantas vezes nos tenham pedido perdão. Jesus não apenas ensinou freqüentemente a respeito do perdão, como também sempre se mostrou disposto a perdoar (Mateus 9:2-8; Lucas 7:44-50; 23:34; 23:39-43; João 8:3-11; 18:15-18;25-27 e 21:15-19).
Tomando assim este passo do perdão, sempre que necessário ao sermos ofendidos ou ofendermos alguém, pedindo perdão a Deus e a quem ofendemos, ficamos livres da mágoa, ressentimento e amargura; e o amor de Deus reinará, fluindo em nossas vidas como um verdadeiros rios de águas vivas de maneira maravilhosa nos levando a dizer:
“Bem-aventurados os que trilham os caminhos retos e andam na lei do Senhor.
Bem-aventurados os que guardam o seu testemunho e o buscam de todo o coração.”
Salmo 119:1-2
Nenhum comentário:
Postar um comentário